Eu divido um coração. Regozijo uma poética de máquinas. As mesmas que racharão os muros da última vila. E ainda que tímidos, meu cigarro, as mortes que eu escolhi, os meus passos são mais sonoros.
Aceito fúria e ferragens. Túmulo, oco da arte? Fui parida entre elas, entre elas cresci. Em mim abrigo e extase encerram esses diabos que se trombam ao redor dos que se escondem.
a brincadeira está lá no meu blog.
ResponderExcluire eu já comentei!
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