É a última vez que venho, carinho. Eu sei do meu costume, da minha manha, é mesmo coisa de criança. E a impossibilidade do meu desejo vai me despentear.
Vou pro meu canto, mais longe que aquele lá do balcão, onde nem você, nem ninguém me veja e eu possa me admirar do mundo qual ele é. Sua rocha, seu remanso, sua manhã luzinha.
Ah! Não seja, meu bem, nada de que me mate o remorso por deixar. Noite desesperança já vem mansinho, acalanto escuro - sem viola, cantiga ou sussurro - quieto, bem quietinho.
Ou fui eu que ensurdeci nesse meu oco cavado e sem fundo.
a cerveja, que os outros lhe paguem
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